Serve este singelíssimo post para agradecer a simpatia do Pedro Rolo Duarte ao eleger aqui A Curva da Estrada como o Blogue da Semana. Muito obrigada, Pedro. É um óptimo incentivo para continuar a escrever.
Páginas
Mostrar mensagens com a etiqueta aconteceu na blogosfera. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aconteceu na blogosfera. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Ah a vaidade!!!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A Curva da Estrada agradece...
esta distinção do meu companheiro de escrita no Delito de Opinião, Carlos Barbosa de Oliveira. Passo o testemunho a doze dos meus preferidos:
domingo, 29 de novembro de 2009
Desafios
Eu já tive a mania que podia voltar a ser profissionalmente muito feliz, como nos sete anos que estive no Ensino Superior.
Eu nunca fui às Cataratas de Iguaçú nem a Buenos Aires, mas gostava muito.
Eu sei que estou a ficar velha e a precisar de óculos para ver ao perto mas finjo que não é nada comigo até ao dia.
Eu quero viajar, viajar, viajar, viajar, viajar.
Eu sonho sempre viajar, viajar, viajar, viajar, viajar mais.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Embora não lhe possa agradecer a gentileza com os Jimmy Choo, fico muito sensibilizada com esta referência. Obrigada, Laetitia.
domingo, 11 de outubro de 2009
É tudo gente morta...
dizem eles. Na verdade estão vivinhos e recomendam-se, além de lá estar o Manuel S. Fonseca com quem prazeirosamente partilhei as terças-feiras nos meus tempos do PNETMulher. Espreitem aqui.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Período de reflexão

O Senhor Palomar, depois deste episódio iniciático, já baniu o ponto de exclamação. Por aqui também é muito pouco usado, mas tendo em conta que a última coisa que me apeteceu banir foi mesmo Maria de Lurdes Rodrigues, não sei se o ponto de exclamação, coitado, merece apodrecer em tão demeritosa companhia ou se lhe arranje outro estrupício. Este blogue encontra-se pois em período de reflexão.
ilustração: Pedro Vieira
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Desolada...
com isto.
Um link nunca é de graça
Estou umbilicalmente ligada ao Geração Rasca . Foi lá que experimentei escrever num blogue colectivo e que me enriqueci e cresci nestas lides blogosféricas ao colaborar em algo que não era só meu. Entretanto, mudei e com a mudança veio a saída do Geração ou GR. Não obstante, esta semana acabei por voltar pela mão da Cristina, uma mulher do Nuorte, a braços com a experiência recente de viver na Mouraria, com os inevitáveis problemas lexicais que isso lhe traz. Pela sua imensa generosidade, este modesto cantinho blogosférico foi nomeado o Convidado da Semana. Regozijei naturalmente. Apesar de ser um animal escoiceante caso me enfureçam ou eu me enfureça sozinha, saibam que também acontece, fiquei muito feliz e sensibilizada. Acorri a agradecer à Cristina e ao Geração Rasca, a pensar com os meus botões Que queridos!, sorrindo para o que se cruzou no meu caminho leve e solto. Voltei depois, umas horas talvez, para saber se me tinham respondido e, com um pouco mais de tempo, observei o título deste meu blogue na barra lateral, pena que seja do lado direito. Foi aí que se me fez luz - desculpa lá André, mas ninguém diz Fez-se-me Alvalade - e percebi que para honrar o nome desta casita e não defraudar os meus colegas Rasquianos seria de bom-tom escrever todos os dias, o que convenhamos, nos tempos que correm é uma aventura homérica. Esta é pois a garantia de que haverá posts novos todos os dias, e muito poucas fotografias, enquanto durar o reinado. Cá para mim foi uma forma airosa de me pôr a postar diariamante. Um link nunca é de graça.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Página 161

Pede-me a Luísa que cite a sexta frase da página 161 do livro que me acompanha de forma mais insistente na mesa-de-cabeceira. Reza assim:
Mama realized Jaromil was offering her a great opportunity.
Mama realized Jaromil was offering her a great opportunity.
Milan Kundera, Life is Elsewhere.
ilustração: Helga Sermat
sábado, 7 de março de 2009
Verdades e mentiras (2)
1. Queria ser jornalista em adolescente mas o meu pai demoveu-me com o argumento da falta de segurança na profissão. Ainda hoje me arrependo de não ter ido em frente e de não ter sido mais obstinada.
Verdade. Ainda hoje, ou hoje mais do que nunca, arrependo-me. Pena que aos quarenta e três anos esteja acabada para o mercado de trabalho.
2. Desde criança que sonhava com o casamento, grinaldas e vestidos de noiva.
Mentira, a mais pura das mentiras. Sempre achei que seria incapaz de o fazer e quando surgiu o filme "A Noiva em fuga" identifiquei-me totalmente.
3. Ofereceram-me uma escola e propuseram-me um casamento milionário que recusei por razões de coração.
Verdade e mais não digo. Divulgar isto já é muito.
4. Já ganhei viagens em passatempos.
Verdade. Ganhei três viagens em três passatempos.
5. Acalentei a ideia de escrever um livro no passado.
Verdade. Desisti da ideia quando comecei a ver tanta fancaria nos escaparates das livrarias e a pensar que ter sido recusada pelas editoras talvez fosse sinónimo de qualidade. Modéstia à parte.
6. Durante algum tempo fiz aconselhamento de casais na Igreja Católica mas decidi sair por razões várias.
Mentira. E das grandes. Tenho uma relação difícil com a Igreja Católica, cada mais de incompatibilidade.
7. Vivi um romance tórrido com um professor meu.
Mentira. Além de outros constrangimentos, eram todos, quase todos feios. O único irresistível era gay.
8. Aprendi a nadar na Figueira da Foz e sempre lidei com mares bravos e frios.
Verdade. O meu avô chegou a ir ver a netinha a nadar. Das boas recordações que guardo.
9. Estava na 4ª classe quando fui pressionada para fazer a primeira comunhão por uma beata que ia à minha escola espreitar quem eram os ímpios.
Verdade. O raio da beata.
Verdade. Ainda hoje, ou hoje mais do que nunca, arrependo-me. Pena que aos quarenta e três anos esteja acabada para o mercado de trabalho.
2. Desde criança que sonhava com o casamento, grinaldas e vestidos de noiva.
Mentira, a mais pura das mentiras. Sempre achei que seria incapaz de o fazer e quando surgiu o filme "A Noiva em fuga" identifiquei-me totalmente.
3. Ofereceram-me uma escola e propuseram-me um casamento milionário que recusei por razões de coração.
Verdade e mais não digo. Divulgar isto já é muito.
4. Já ganhei viagens em passatempos.
Verdade. Ganhei três viagens em três passatempos.
5. Acalentei a ideia de escrever um livro no passado.
Verdade. Desisti da ideia quando comecei a ver tanta fancaria nos escaparates das livrarias e a pensar que ter sido recusada pelas editoras talvez fosse sinónimo de qualidade. Modéstia à parte.
6. Durante algum tempo fiz aconselhamento de casais na Igreja Católica mas decidi sair por razões várias.
Mentira. E das grandes. Tenho uma relação difícil com a Igreja Católica, cada mais de incompatibilidade.
7. Vivi um romance tórrido com um professor meu.
Mentira. Além de outros constrangimentos, eram todos, quase todos feios. O único irresistível era gay.
8. Aprendi a nadar na Figueira da Foz e sempre lidei com mares bravos e frios.
Verdade. O meu avô chegou a ir ver a netinha a nadar. Das boas recordações que guardo.
9. Estava na 4ª classe quando fui pressionada para fazer a primeira comunhão por uma beata que ia à minha escola espreitar quem eram os ímpios.
Verdade. O raio da beata.
Verdades e mentiras (1)
Primeiro a pedido da Luísa, depois da Sinapse, aqui estão seis verdades e três mentiras. Resta descobrir quais são o quê.
1. Queria ser jornalista em adolescente mas o meu pai demoveu-me com o argumento da falta de segurança na profissão. Ainda hoje me arrependo de não ter ido em frente e de não ter sido mais obstinada.
2. Desde criança que sonhava com o casamento, grinaldas e vestidos de noiva.
3. Ofereceram-me uma escola e propuseram-me um casamento milionário que recusei por razões de coração.
4. Já ganhei viagens em passatempos.
5. Acalentei a ideia de escrever um livro no passado.
6. Durante algum tempo fiz aconselhamento de casais na Igreja Católica mas decidi sair por razões várias.
7. Vivi um romance tórrido com um professor meu.
8. Aprendi a nadar na Figueira da Foz e sempre lidei com mares bravos e frios.
9. Estava na 4ª classe quando fui pressionada para fazer a primeira comunhão por uma beata que ia à minha escola espreitar quem eram os ímpios.
1. Queria ser jornalista em adolescente mas o meu pai demoveu-me com o argumento da falta de segurança na profissão. Ainda hoje me arrependo de não ter ido em frente e de não ter sido mais obstinada.
2. Desde criança que sonhava com o casamento, grinaldas e vestidos de noiva.
3. Ofereceram-me uma escola e propuseram-me um casamento milionário que recusei por razões de coração.
4. Já ganhei viagens em passatempos.
5. Acalentei a ideia de escrever um livro no passado.
6. Durante algum tempo fiz aconselhamento de casais na Igreja Católica mas decidi sair por razões várias.
7. Vivi um romance tórrido com um professor meu.
8. Aprendi a nadar na Figueira da Foz e sempre lidei com mares bravos e frios.
9. Estava na 4ª classe quando fui pressionada para fazer a primeira comunhão por uma beata que ia à minha escola espreitar quem eram os ímpios.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Maluqueiras à meia-dúzia
E seria lá capaz de negar um pedido do Mike? Aqui ficam seis das minhas muitas manias:
* Tenho um olfacto muito apurado. Sinto aromas à légua e, se pudesse, cheirava tudo antes de comer.
* Sou incapaz de fazer uma receita ipsis verbis. Começo com a melhor das intenções, respeitadora e reverencial, e, quando dou por mim, pouco ficou da receita original.
* Tenho um ódio figadal a todos os trabalhos domésticos, excepto a cozinha, que é um prazer imenso.
* Não tenho paciência nenhuma para pessoas hipocondríacas que encetam conversas sobre maleitas e fraquezas e que fazem das doenças uma forma de vida.
* Detesto depender dos outros e ter os outros muito dependentes de mim. Talvez por isso, seres muito pequenos fazem-me alguma confusão.
* Tenho pavor de perder os que amo. O Freud explica ou apenas a força dos afectos.
* Sou incapaz de fazer uma receita ipsis verbis. Começo com a melhor das intenções, respeitadora e reverencial, e, quando dou por mim, pouco ficou da receita original.
* Tenho um ódio figadal a todos os trabalhos domésticos, excepto a cozinha, que é um prazer imenso.
* Não tenho paciência nenhuma para pessoas hipocondríacas que encetam conversas sobre maleitas e fraquezas e que fazem das doenças uma forma de vida.
* Detesto depender dos outros e ter os outros muito dependentes de mim. Talvez por isso, seres muito pequenos fazem-me alguma confusão.
* Tenho pavor de perder os que amo. O Freud explica ou apenas a força dos afectos.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Falta justificada
Vão perdoar-me a ausência, mas com cerca de cinquenta comentários à perna foi difícil passar por aqui.
sábado, 10 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Vida nova
A partir de hoje podem encontrar-me também no Delito de Opinião.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Breve crónica de um almoço perfeito
À mesa mais mulheres do que homens, apenas por uma maioria estreita, mesa redonda convidativa a conversas intensas, comensais bem-dispostos e disponíveis para um convívio harmonioso e despretensioso, exactamente como gosto. E a conversa fluiu. Foram blogues, cães e gatos, signos, escritores, cidades, línguas, livros e mais seria se a sineta das obrigações não tivesse soado para cada um. Um almoço perfeito.
Espreitem aqui para uma versão completa.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Soltai as trunfas
Podia dizer-vos para irem buscar as calças justas, deixar crescer as trunfas, agarrar-se à guitarra e arrebanhar a primeira garota gira e estilosa, como se amanhã não existisse. Digo-vos apenas para irem ali ao lado deixar uma palavrinha ao metaleiro que completa hoje um ano de blogosfera. Enquanto isso deixo-lhe a tarde que esperemos possa um dia passar com uma cachaça de rolha. Nem só de metal vive um homem. Ele sabe que sim.
sábado, 15 de novembro de 2008
Um ano
O Pedro Rolo Duarte comemora hoje um ano de Pedro Rolo Duarte. Parabéns, Pedro.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Baby Jesus
Sempre que a festividade se aproxima a Menina das Estrelinhas manifesta o desagrado. Para ela aqui fica este Menino Jesus com uma beijoca. Não é lindo?
sábado, 25 de outubro de 2008
Dardos
Com o Prémio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc, que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Os selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web.Quem recebe o “Prémio Dardos” e o aceita deve seguir algumas regras:
1 - Exibir a distinta imagem;
2. - Linkar o blog pelo qual recebeu o prémio
3. - Escolher quinze outros blogs a que entregar o Prémio Dardos.
Aqui fica o meu agradecimento à Teresa C., a primeira a premiar-me, e ainda à Dobra, à Nocas Verde, à Once, ao Foleirices, ao Tim James Booth e ao RegistosTC, que me estragam com mimos. E para cumprir as regras cá vão os nomeados, além dos supra citados a quem retribuo o Prémio com carinho:
As Palavras dos Outros
Estrelas ao Vento
Lote 5-1ºDto
Crónicas das Horas Perdidas
Desconversa
No Cinzento de Bruxelas
Nocturno
A Senhora Sócrates
Porta do Vento
Subscrever:
Mensagens (Atom)


