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segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Vazio

E o sofá vazio um ano depois.

23 comentários:

  1. Há um ano pegaste na tua dor e resolveste partilhá-la connosco. Ao longo de um ano, foste enchendo os nossos dias de recordações, histórias, poemas, apontamentos, imagens. O teu pai esá hoje mais presente do que nunca, porque através de ti tocou as vidas de pessoas que nunca o conheceram e que através de ti aprenderam a amá-lo. Este blog fez e faz-me reflectir profundamente na minha relação com o meu pai e a valorizá-la (ainda) mais. * O sofá não está vazio. Obrigada, Leonor.

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  2. * http://www.bookcrossing.com/forum/10/3791810

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  3. Sorry Leonor, I just left one on the interior post of 2005, because when I came here, there was no comment box,strangely.
    Now, it feels like an intrusion, because that was then and this is now.

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  4. PS- I Echo Ana's words, thank you Ana. And thank YOU leonor!

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  5. Um grande beijo para ti! Porque nada mais há a dizer...

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  6. Fiquei sem palavras e com os olhos húmidos. Estou certa que o meu pai também terá aprendido a amar-vos e tenho ainda mais certeza de que estará profundamente grato pelo carinho e apoio que me/nos foram dando ao longo deste ano. Beijos grandes

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  7. Não posso dizer mais do que a ana disse.
    Mil beijos para ti, querida L.

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  8. Querida Papalagui, gostava muito de poder mandar-te umas palavrinhas, mas tem de ser por e-mail.
    Podias enviar-me uma mensagem para mensagenscarlota@yahoo.com, para eu ter acesso a um endereço de e-mail teu? Obrigada.
    Uma beijola grande.

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  9. Já fez um ano? Um beijo muito amigo, tb à querida Teimosita, por nos terem dado, a Nônô e ela, tanto para partilhar, neste tempo em que a saudade foi maior e essa partilha pode ter tornado a saudade um pouco mais leve.
    Eu, q guardo do seu querido pai memórias vivas, muitas, não tenho como agradecer ter podido revivê-las, com saudade mas com alegria,estando aqui convosco,sentindo-o sempre presente.
    Um abraço muito grande.

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  10. Carlota, envia para aqui mrs.spock arroba clix.pt. Depois dou-te o outro mail mas obriagad desde já.

    Milucha, o blogue é que faz uma ano, o mau pai partiu há 13 meses exactamente, a 2 de Setembro. Acho que onde estará terá assistido com orgulho a estas nossas conversas.

    Fantasminha, tenho muito saudades tuas.

    Beijos grandes a tod@s

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  11. E vazio continuará mas só fisicamente... Quantas vezes aqui, neste lugar, ouço os seus comentários, vejo o seu sorriso malandro...
    Também eu, ao longo deste ano , fui guardando no coração tantas palavras amigas, tanta solidariedade, tanta ternura! E como estou grata por isso!
    Será que há um ditado "os amigos dos meus filhos meus amigos são"?
    Um beijo para todos vós com muito carinho

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  12. Pra mim foi muito importante vir dar aqui, pois me ajudou imensamente a elaborar melhor minha perda. Por outro lado, há uma solidariedade e uma força tão grandes no vínculo dos náufragos...
    Um beijo e um abraço forte para vocês duas, papalagui e teimosita.

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  13. Eu espero que exista mesmo o ditado que a tua mãe fala, L., porque eu gostava muito de ser amiga dela também :)

    E também tenho muitas saudades tuas, isto de agora só passar a correr pela blogosfera, nem dá para nada.... Mas penso em ti todos os dias! A ver se te envio um mail para contar uma coisa :)

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  14. Portanto, um beijinho grande vai imediatemente para a teimosita tambem. Força e sempre 'looking upwards'!

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  15. Um abraço de solidariedade,Leonor!
    A minha filha também é Leonor...Gostei da tua página.

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  16. Obrigada, Dulcineia e bem-vinda.

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  17. Eu sei, Nônô, que o seu pai partiu em Setembro. Estou atenta ao blogue. Sempre. Mas acabo por fundir ( não confundir) um e outro. E gosto de recordar o seu pai através do blogue.Bjinhos para si e para a Teimosita.

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  18. O sofá vazio, o talher a menos nas refeições, os apartes que não se escutam mais: são esses pequenos pormenores que doem mais. Mas, como diz o poema de José Luís Peixoto: «enquanto houver memória, seremos sempre cinco na mesa» (cito d cor). Um grande, apertado e ternurento abraço.

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  19. O poema do José Luis Peixoto foi o primeiro post deste blogue e entretanto nunca mais consegui pegar no "Morreste-me". Um beijo grande, Carlos

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  20. AUSÊNCIA

    Por muito tempo achei que a ausência é falta.
    E lastimava, ignorante, a falta.
    Hoje não a lastimo.
    Não há falta na ausência.
    A ausência é um estar em mim.
    E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
    que rio e danço e invento exclamações alegres,
    porque a ausência assimilada,
    ninguém a rouba mais de mim.

    Carlos Drummond de Andrade

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